As três foram ouvidas por uma policial penal feminina. Inicialmente, negaram estar transportando entorpecentes e se recusaram a realizar exames de imagem no hospital municipal.
Diante da situação, a Polícia Civil foi acionada para prestar apoio. Após intenso diálogo com os policiais civis, as mulheres concordaram em se submeter a exames de raio-X e demais avaliações clínicas.
Antes mesmo da confirmação por meio dos exames, elas confessaram que transportavam drogas escondidas em suas partes íntimas.
As substâncias estavam acondicionadas em preservativos, uma prática comum para dificultar a detecção do material.
Com base nos exames, foi constatado que duas mulheres transportavam entorpecentes, enquanto a terceira não carregava nada ilícito.
A primeira mulher portava 109 pequenas unidades de substâncias análogas a entorpecentes, sendo 65 semelhantes a fumo e 44 a maconha.
A segunda carregava 89 pequenas unidades, sendo 76 semelhantes a fumo e 13 a maconha.
A terceira foi liberada, por não estar transportando material ilícito.
As substâncias apreendidas foram devidamente embaladas pela Politec. As duas suspeitas foram conduzidas à delegacia de polícia, sem oferecer resistência, para a adoção dos procedimentos legais cabíveis.