Durante a fiscalização, as autoridades encontraram 17 caixas de preservativos — cada uma com 144 unidades — que deveriam ser distribuídas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O material será encaminhado à Secretaria de Saúde para investigação.
Além disso, foi constatado que as atividades exercidas no bar eram incompatíveis com as registradas no Cadastro Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), o que levou à solicitação de cancelamento do alvará de funcionamento.
O dono foi encaminhado à Central de Flagrantes e autuado pelos crimes de exploração sexual de adolescente, manutenção de casa de prostituição, fornecimento de bebidas alcoólicas a menores e corrupção de menores, todos cometidos de forma habitual.
A operação contou com a participação da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e Secretaria Municipal de Segurança Pública.